RENÉ MAGRITTE: A TRAIÇÃO DAS IMAGENS

O Centre Pompidou, em Paris (França), apresenta uma reinterpretação da obra de um dos mais emblemáticos artistas surrelistas. A exposição inclui cerca de uma centena de peças de René Magritte, vistas à luz de elementos a que o pintor belga fez constantemente referência.

A ideia por detrás d’ A Traição das Imagens (La Trahison des Images), que inaugura amanhã, 21 de setembro, é estabelecer uma ligação entre a obra de Magritte e o seu interesse pela filosofia. Na origem do título está um dos seus quadros mais emblemáticos – a imagem de um cachimbo complementada com a frase “ceci n’est pas une pipe” (isto não é um cachimbo), datado de 1929.

Com peças provenientes de coleções públicas e privadas, o Centre Pompidou mistura obras-primas bem conhecidas do público com trabalhos menos familiares, reunindo uma centena de pinturas, desenhos e documentos no espaço que o museu dedica aos nomes mais influentes da arte moderna, e que já foi ocupado por Edward Munch, Henri Matisse ou Marcel Duchamp.

René Magritte (1898-1967) estudou na Academia Real de Belas Artes de Bruxelas (Bélgica) onde descobriu o seu interesse pela arte abstrata. Nos anos 1920, descobre a obra do artista italiano Giorgio Chirico, deixando-se fascinar pelo quadro A Canção do Amor (1914), onde se inspira para as suas criações. Nesta época, interessa-se também pela poesia surrealista e começa a colaborar com poetas e revistas da área, convivendo com artistas como Joan Miró ou Salvador Dalí. Os seus primeiros quadros surrealistas surgem a partir de 1925, entre os quais se destacam La Fenêtre (A Janela) e Le Jockey Perdu (O Jóquei Perdido).

A exposição está patente até 23 de Janeiro de 2017. Em Fevereiro segue para Frankfurt, na Alemanha, onde irá permanecer por quatro meses.

Texto: Lusk
Imagem: Centre Pompidou

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